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Noites Molhadas / Indústria pornô / Roupas Íntimas / Acompanhantes São Paulo23/6/2014

 Noites molhadas

Era apenas mais uma noite chuvosa em um bar quase fechando, até que uma mulher misteriosa de contornos perfeitos apareceu e mudou tudo
 
Acompanhantes SP
 
9h56, mostra o antigo relógio mecânico acima da porta de entrada. O balconista espera ansioso que o ponteiro maior alcance o alto para fechar a loja e ir embora. Isso se o cliente sentado à ponta do balcão terminar o café, pedir a conta e criar coragem para enfrentar a forte chuva que cai.
 
9h57. O cliente vai ao toalete. O balconista, entediado, levanta a tampa do balcão e vai para a porta de entrada. Vira a placa presa ao vidro, indicando que o lugar agora está fechado. É uma atitude otimista, pois, se depender da chuva, nem ele nem o cliente sairão tão cedo de lá.
 
9h59. O cliente sai do banheiro, dá a volta no balcão, se senta no mesmo lugar. Toma um gole do café quase frio, vira-se para o balconista e levanta o braço, pedindo a conta. O balconista responde com um movimento da cabeça e respira aliviado. Melhor se molhar a caminho de casa do que esperar indefinidamente pela decisão do último cliente solitário.
 
10h. Ele entrega a conta ao cliente e, pela vitrine, os dois veem surgir, desprotegida da chuva, uma mulher correndo pela calçada. Ela contorna a esquina e corre até a porta de entrada. Ignorando o aviso na placa, entra no café e pergunta: “Posso me abrigar?”
 
Em outro caso, certamente o balconista teria dito que o estabelecimento estava fechado. Mas ela é linda e tem o tecido da roupa molhada colado ao corpo, exibindo os contornos perfeitamente desenhados. “Hum-hum”, ele responde, sorrindo cordialmente, e se oferece para ajudar. Ela agradece com um gesto contido. “Um café quente, por favor”, diz, passando as mãos pelos cabelos molhados, juntando-os num punhado. Um filete d’água escorre entre os dedos, pingando no chão. Uma poça se forma sob seus pés.
 
O cliente toma um gole do café agora gelado. Tira do bolso um maço rechonchudo de notas, separa uma e a coloca sobre o pequeno prato metálico. Pelo canto do olho, observa a morena recém-chegada. “Posso usar o toalete?”, pergunta ela. “Claro”, diz o balconista, com o mesmo sorriso. Ela percorre o balcão à sua esquerda e passa por trás do cliente solitário que, sem se virar, diz: “Te vendo lá fora, não parecia tão ruim. A chuva, é claro…”
 
Ela entra no toalete sem responder. O balconista passa o rodo sobre o piso molhado. Olha para o cliente, decepcionado. “Tsc, tsc.”
 
A garota sai do toalete. O cliente não diz nada, mas ela sorri para ele, com discreta simpatia e cumplicidade. “Às vezes é pior do que parece”, diz, voltando ao caixa.
 
O balconista serve o café. Ela agradece. “Você sabe como posso conseguir um táxi?”, pergunta. “Meu carro está a apenas duas quadras. Não quero tomar mais chuva, já estou bastante molhada.” Na outra ponta do balcão, o cliente pega o paletó e se levanta. “Posso levá-la, se quiser”, diz. A garota desliga o celular. Toma um gole do café. Olha para o cartão, para o balconista, para o café e então para o cliente. “O senhor é muito gentil, eu aceito, muito obrigada.”
 
O cliente se aproxima, enfiando a mão no bolso se oferecendo para pagar, mas a garota tira rapidamente uma nota da própria bolsa e entrega ao balconista. Ele dá o troco, fecha o caixa e, sem cerimônia, apaga as luzes do bar.
 
O cliente cobre a garota com seu paletó, ainda sob a marquise. Atravessam a rua na chuva e estão no carro. Ele abre a porta rapidamente, a garota desliza para dentro; dá a volta na chuva e entra pelo outro lado. Está encharcado. “Você se incomodaria se eu tirasse a camisa?”, pergunta. “De forma alguma”, responde ela. “Se eu pudesse, faria a mesma coisa.” “E quem disse que não pode?”, diz ele, com um sorriso abusado ao tirar a camisa, ficando apenas com uma camiseta branca de algodão.
 
Ela desconversa. “Gostei do seu carro, tem estilo”, diz. “Os bancos são de couro, espaçosos, o painel é de madeira, já não se fazem mais carros como antigamente.” Ela o interrompe. “Nem carros, nem homens”, diz, e indica onde o seu carro está parado.
 
Eles contornam a esquina seguinte e ela insiste para que ele lhe conte uma história. “Sou escritor, normalmente só conto histórias quando sou pago”, diz ele, em tom irônico. Ela sorri mais uma vez e indica: “Pode virar na próxima esquina”. O carro faz a curva e avança mais um pouco. “É aquele ali”, diz ela apontando o veículo estacionado. É uma rua deserta com uns poucos carros espalhados. Ele desliga o motor e tira a chave do contato, colocando-a sobre o painel. Olhos nos olhos, por um instante o silêncio das despedidas preenche o espaço.
 
“Bem, então é isso, vou ficar mesmo sem minha história?”, ela pergunta. “A escolha é sua”, ele responde. Ela sorri, dissimulada. “Ainda chove muito”, diz. “Podemos esperar um pouco, se quiser.” Ela levanta os ombros num gesto de quem nada pode fazer. “A proposta ainda está de pé?”, pergunta, fingindo estar encabulada. “Qual?”, diz ele. “Posso tirar minha blusa e deixá-la sobre o painel para secar? Seria mais rápido…” Ele retribui o fingimento, simulando indiferença: “Mas é claro”.
 
Como uma gata, ela salta para o banco de trás. “Estou um pouco sem graça, promete que não vai olhar?” “Desculpe, mas não prometo sem ter a certeza de que posso cumprir”, diz ele. Ela tira a blusa e a entrega a ele. “Está toda molhada”, ele diz, colocando-a sobre o painel. “Estou”, diz ela, olhando-o pelo retrovisor. “Acho que preciso de um conhaque”, ele pensa alto. “Não é a única forma de se esquentar”, continua ela. “Não quer se sentar aqui comigo? Mas não quero que pense que…” “Te garanto que a última coisa que quero fazer agora é pensar”, diz ele, passando para trás depois de ligar o rádio.
 
A garota está só de lingerie, os vidros do carro estão gotejados por fora e meio embaçados por dentro. Sem pensar, o homem toca-lhe o rosto e se aproxima, olhando-a de cima a baixo, bem devagar. O rádio toca Fever, versão original. Ao som dos dedos que estalam na música, ela começa a baixar a alça do sutiã. Passa-a pelo ombro lentamente e solta o bojo, revelando apenas um dos seios. Ele estica o braço para tocá-lo, mas leva um tapa na mão. “Parado aí, ou chamo a segurança”, avisa ela, em tom provocador.
 
Ele já não finge indiferença; seus olhos estão arregalados, as pupilas, dilatadas, a boca, entreaberta e a respiração, ofegante. Ela vira de costas para ele, ajoelhada sobre o banco traseiro, desce a mão para a cintura, enfia os dedos pelo elástico lateral da calcinha, puxando-a para cima e para baixo, acariciando a bunda com o z, até que se enrole como um barbante retorcido. Ela se vira para ele e se aproxima deslizando sobre o estofamento de couro. Busca a fivela do cinto – ele tenta ajudar, mas leva novo tapa na mão. “Posso fazer isso sozinha”, repreende-o.
 
Ela abre a fivela, baixando-lhe as calças até os joelhos. O homem reclina a cabeça para trás. Mãos quentes sobem por suas pernas. Puxam a cueca para baixo, revelando o falo já intumescido; ela o segura com as duas mãos, acariciando devagar, até ganhar mais volume. Com a ponta da língua primeiro, depois com os lábios úmidos, explora cada relevo, desde a base até a glande. Quando sente que é o momento, ela se ajoelha de costas para ele e senta-se sobre ele, deixando-o penetrá-la. O vidro do carro está completamente embaçado. Ela se mexe devagar, e ele leva as mãos aos seios dela. “Mãos para trás”, diz ela. Ele coloca as mãos com os dedos cruzados atrás da nuca. O carro balança com intensidade maior. Quando ele está prestes a explodir, ela pula do seu colo, se volta e senta de novo sobre ele, agora frente a frente. Goza uma vez, rindo; ele se mantém firme enquanto ela se contrai. Ela goza outra vez, agora deixando escapar um gemido. Ele não resiste e também goza, contorcendo a face. A garota o observa por algum tempo, até que seus corpos naturalmente se separam. Ela salta para o lado no banco. Pega suas roupas espalhadas pelo carro e se veste rapidamente.
 
“Aonde você vai?”, quer saber ele. “A chuva diminuiu e os letreiros já estão subindo”, diz ela, sorrindo. Antes de destravar a porta, se debruça sobre ele e lhe dá um longo beijo na boca. “Obrigada.” “Pela carona?”, pergunta ele. “Por tudo”, diz, saindo do carro.
 
O homem está satisfeito. Ele sobe as calças e salta para o banco da frente. Usa a mão como um limpador de para-brisa, até enxergar pelo vidro embaçado. Vê quando ela entra no carro da frente, dá a partida e arranca sem pressa. O carro não é barato; estranho estar estacionado nesse lugar abandonado. Ele leva a mão ao painel, a chave não está lá. “Caralho”, pensa. Procura nos bolsos da calça, no chão, nos bancos, no paletó. As chaves não estão lá, bem como sua carteira, o maço de dinheiro e o celular.
 
Duas quadras à frente, o carro da garota dobra a esquina. A chuva aperta e, na rua comercial, resta apenas a precária iluminação pública.
 
Fonte: Playboy
 
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Indústria pornô vive crise com concorrência online
 
Com salários estagnados e ofertas de trabalho escasso, muitas atrizes recorrem a prostituição ou apresentações na webcam para sobreviver.
 
A indústria do entretenimento adulto está sofrendo para competir com as alternativas grátis na internet. Com isso, as estrelas do mundo pornô vêm buscando alternativas para sobreviver, segundo constatou o documentarista Louis Theroux.
 
Quinze anos após um raio-X que mostrava a exuberância do mercado pornográfico e os milhões de dólares movimentados pela indústria, Theroux revisitou para um documentário da BBC os centros de produção na costa oeste americana, para encontrar uma realidade completamente diferente da dos anos 1990.
 
Em oito anos trabalhando na indústria pornográfica, Tommy Gun, um dos mais conhecidos atores pornô americanos, já participou de cerca de 1.200 cenas. Musculoso, com ar latino e uma leve semelhança física com Robert De Niro, ele construiu uma imagem confiável num setor no qual a confiança é o ativo mais valorizado do homem.
 
Em sua casa numa área rural ao norte de Los Angeles, ele guarda um pequeno exército de estatuetas do equivalente ao Oscar do cinema pornográfico que ele ganhou por seus papéis.
 
Em uma área industrial de Las Vegas, Tommy se prepara para gravar uma cena, na qual faz o papel de um "comprador secreto" que testa o serviço ao consumidor de uma loja. O "interesse amoroso" de Tommy no filme é a gerente da loja, representada pela atriz Tasha Regin, de 23 anos.
 
Tommy conta que está solteiro há quatro anos. Ele sente dificuldades em manter um relacionamento sério com alguma mulher disposta a aceitar seu estilo de vida - ou possivelmente em amar alguém capaz de aceitar.
 
"Não é normal deixar alguém que você ama para ir fazer sexo com alguém que você não ama", disse. "Isso não é normal", repete, enfaticamente.
 
Vida de fantasia
Para os milhões de consumidores que consomem pornografia, a vida dos atores homens pode parecer de certa maneira uma vida de fantasia. Ser pago para fazer sexo com mulheres bonitas cinco ou seis vezes por semana? Como não gostar?
 
Mas para aqueles que vivem essa vida, a realidade é bem diferente. Para começar, os salários não são grande coisa - US$ 150 (cerca de R$ 305) por cena. Logicamente sem direito a seguro saúde, férias ou aposentadoria.
 
Isso sem contar que o ato do coito sob demanda, com iluminação forte e câmeras em ação, não é algo que qualquer homem seja capaz de fazer. Ou que gostariam de fazer, dada a vergonha e o embaraço que isso causa nos relacionamentos das pessoas.
 
O trabalho é duro nos melhores disas - e estes estão longe de ser os melhores dias.
 
A indústria pornográfica está em crise, os lucros vêm sendo dizimados pelo impacto dos downloads ilegais de conteúdo pirateado de sites pornográficos no estilo YouTube e amadores vêm colocando suas próprias cenas caseiras de sexo em sites pagos.
 
Suicídio
Há quinze anos, na primeira visita de Theroux à indústria pornográfica de Los Angeles, a grande história por lá eram os enormes lucros de uma indústria escondida que parecia próxima de ser reconhecida pelo mainstream.
 
Alguns poucos atores pornô estavam se tornando celebridades: Traci Lords, Jenna Jameson, Ron Jeremy (conhecido como "o porco-espinho", por causa de sua profusão de pelos pelo corpo).
 
Um dos maiores atores tinha o pseudônimo artístico Jon Dough. Ele era tão renomado que uma das maiores produtoras, a Vivid Video, ofereceu um contrato de exclusividade para ele.
 
Dough foi entrevistado em um set de filmagem naquela época. Nove anos depois, aos 43 anos, ele se suicidou.
 
A maior parte da indústria responsabiliza as pressões do negócio e as dificuldades de sobreviver em um mercado saturado com oferta grátis. Várias pessoas dizem que o declínio das vendas de DVD provocaram sua morte.
 
Jon Dough era casado com uma atriz pornô, Monique DeMoan, hoje aposentada e vivendo a 1.300 quilômetros de Los Angeles. Ela diz que seu marido se matou por causa da dependência em drogas.
 
Apesar disso, o fato de que muitos outros companheiros ligassem o suicídio ao ocaso dos DVDs pornôs dizem muito sobre o setor.
 
O declínio da indústria pornográfica é parte de uma tendência geral que afeta a música, o jornalismo impresso e os filmes convencionais.
 
As várias maneiras de acessar o conteúdo de graça na internet reduziu os lucros dos profissionais nos respectivos campos.
 
Mas enquanto os frequentadores dos cinemas ou os fãs de música podem ter um sentimento de lealdade, por exemplo, com a Pixar ou com o U2, e entender que precisam pagar pelos frutos de seu trabalho, os consumidores de pornografia se sentem menos constrangidos de roubar o produto. Muitos acham que não é moralmente aceitável pagar por conteúdo adulto.
 
Prostituição e webcam
As atrizes têm se desdobrado para encontrar outras alternativas para seu trabalho.
 
Apresentações ao vivo pela internet são uma dessas alternativas. O trabalho em frente à webcam é um dos tipos de conteúdo que não pode ser pirateado, já que é feito ao vivo e de maneira interativa.
 
Muitas atrizes também trabalham ainda como prostitutas para engordar o orçamento. Enquanto uma atriz pode receber entre US$ 600 e US$ 800 (entre R$ 1.220 e 1.625) por uma cena em um filme, ela pode conseguir o dobro disso - por menos trabalho - com atendimento "privado".
 
Para muitas atrizes, os filmes hoje são um complemento e uma forma de propaganda para sua ocupação principal, a prostituição.
 
Enquanto os salários caem e os trabalhos escasseiam, a pressão sobre os atores continua.
 
Para os atores do sexo masculino, as opções são ainda mais restritas. Para eles, a prostituição ou as apresentações na webcam não são uma opção, e além disso eles ganham menos para fazer os filmes.
 
Os nomes mais conhecidos, como Tommy Gun, ainda conseguem trabalho regular. Mas ele ainda luta com um sentimento de solidão e a estranha combinação de estigma e fama que sua profissão peculiar traz consigo.
 
Questionado sobre sua capacidade de atuar com solidez diante de tanta gente, em uma cena tão longa e com o aparente desinteresse de sua parceira, ele responde: "Este é o meu trabalho".
 
Mas é difícil imaginar por quanto tempo mais esse trabalho vai continuar existindo. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
 
Fonte: Estadão
 
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Os homens também foram contemplados com a qualidade das peças confeccionadas pela Baci, que exclusivamente nos Estados Unidos oferece a linha Envy Mens Wear, coleção masculina com modelos que valorizam as formas da anatomia do homem e repetem o estilo cheio de glamour impresso na coleção feminina.
 
Fonte: Sexonico
 
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